«Carta registada no IMT, sem exame, entrega rápida.» Anúncios assim circulam no Facebook, no WhatsApp e por SMS. O IMT avisou mais do que uma vez que não tem nada a ver com eles. Quem paga arrisca-se a ficar sem dinheiro, com um cartão falso na mão e com cópias do cartão de cidadão entregues a quem não devia. Aqui explicamos como o esquema funciona e o que fazer em vez disso.
Comece pela pergunta que tem
Porque não existe carta legal à venda e o que os anúncios calam.
O que a lei exige antes de a carta ser emitida.
Porque um vendedor não consegue registar nada no IMT.
O esquema das cartas «emitidas legalmente» noutro país.
Os primeiros passos depois de uma burla.
O caminho legal, passo a passo.
E os outros documentos?
Para passaportes, cartões de cidadão ou certificados não encontrámos, em Portugal, avisos oficiais nem casos suficientes para escrever guias próprios, e não inventamos páginas sem provas. A regra mantém-se: quem se oferece para «tratar» ou «registar» um documento fora da entidade que o emite não está a fazer nada de legal. Veja as verificações oficiais e onde denunciar.
Quem escreve
Não somos uma entidade pública nem vendemos nada. Não nomeamos vendedores nem ligamos a sites de burla; descrevemos os padrões. Os textos são de Mark Dent; o método está em Como trabalhamos.
Perguntas frequentes
A Truthdocuments é uma entidade oficial?
Não. É um projeto de informação independente. Para procedimentos oficiais, a entidade competente é o IMT.
Vendem ou intermedeiam cartas de condução?
Não, nem cartas nem outros documentos. Quem lhe escrever em nosso nome com uma oferta está a fazer-se passar por nós.
Posso assinalar-vos um site de burla?
Pode, pelo formulário de contacto. Apresente também queixa às autoridades; veja onde denunciar.